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Hantavírus. Hospital italiano vai analisar amostras de homem em quarentena
O principal hospital de doenças infecciosas de Itália, Spallanzani, informou esta terça-feira que vai examinar amostras biológicas de um homem em quarentena após ter tido contacto com uma mulher que morreu de hantavírus.
A agência de notícias ANSA tinha noticiado anteriormente que o homem, de 25 anos e natural da região da Calábria, no sul do país, tinha sido hospitalizado.
O jovem esteve brevemente no mesmo avião que uma mulher que viria a morrer em consequência do vírus. A mulher desembarcou do voo da KLM antes da descolagem de Joanesburgo.
Segundo a ANSA, inicialmente pensava-se que o homem seria transferido para o hospital Spallanzani, em Roma, mas o hospital esclareceu mais tarde que aguardava apenas as amostras biológicas para análise.
c/agências
O jovem esteve brevemente no mesmo avião que uma mulher que viria a morrer em consequência do vírus. A mulher desembarcou do voo da KLM antes da descolagem de Joanesburgo.
Segundo a ANSA, inicialmente pensava-se que o homem seria transferido para o hospital Spallanzani, em Roma, mas o hospital esclareceu mais tarde que aguardava apenas as amostras biológicas para análise.
Para além disso, nos Países Baixos, 12 funcionários de um hospital foram colocados em quarentena por não terem seguido o protocolo após terem estado em contacto com um paciente infetado com hantavírus.
A Organização Mundial da Saúde (OMS) aumentou para nove o número de casos confirmados no surto de hantavírus no cruzeiro MV Hondius, que saiu do sul da Argentina no início de abril e atracou nas Canárias, em Espanha. Do total de casos, três pessoas morreram. Existem ainda outros casos suspeitos ou prováveis.
A OMS admite que poderão surgir mais casos de hantavírus devido ao longo período de incubação, mas vincou que, para já, não há sinais de “um surto de maior dimensão” e que “o risco global de transmissão continua a ser baixo”.
O hantavírus é transmitido principalmente por roedores, mas pode ser transmitido entre pessoas em casos raros, de acordo com a OMS. Geralmente, os sintomas começam uma a oito semanas após a exposição, semelhantes aos da gripe, como fadiga e febre.
Na segunda-feira terminou a operação de retirada dos passageiros ainda a bordo do MV Hondius. O navio deverá chegar no domingo à noite a Roterdão, apenas com parte da tripulação.c/agências